16/01/2014

Janeiro

O Benfica ganhou (e bem) ao FC Porto. Provando, uma vez mais, ter o melhor plantel e o melhor “onze” em Portugal. Algo que bastaria, muito provavelmente, para nos sagrarmos campeões nacionais no final da época na esmagadora maioria dos campeonatos de futebol, em qualquer parte o planeta. E, por isso, de encher de optimismo e confiança o universo benfiquista à entrada para a segunda metade da prova. Mas, infelizmente, estamos em Portugal e, como todos sabemos, nem sempre – e nos últimos anos quase nunca, aliás – o melhor vence.


Com as saídas de Matic e, pelo que se ouve, de mais alguns, o Benfica fica mais fraco: o seu plantel e o seu “onze”. Ainda assim, é-me difícil admitir que nos seja possível ficar atrás dos nossos principais rivais, sem tanta quantidade ou qualidade de opções do que nós, desde que a época teve início. JJ já provou ser capaz de encontrar soluções (algumas até improváveis, como aconteceu no caso de Enzo Pérez) para colmatar as sucessivas saídas (ou chamemos-lhes de sucessivos e “brilhantes” actos de gestão desportiva de LFV). 

Esperemos que agora, saia quem sair, o nosso treinador seja capaz de reencontrar o equilíbrio e garantir-nos o nível competitivo do passado recente – com uma pequena diferença: agora é obrigatória vencer! 

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